Equipes e recursos · Intermediário · 6 min
Equipe no Limite
Distribua seis pessoas entre quatro projetos por quatro semanas, sem sobrecarga, e compare com a melhor alocação.
- Equipes e recursos
- Intermediário
- 6 min
- Sozinho · Em sala de aula
Revanche: a situação em que você errou da última vez
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Partida do desafio: mesmo modo e mesma sorte do colega.
Você está jogando de novo com uma decisão diferente: mesma sorte da partida original.
Quebra-cabeça do dia: a mesma rede para todo mundo hoje
| Atividade | Duração (dias) | Depende de | Crítica? |
|---|---|---|---|
Passou do orçamento.
Falta um item obrigatório.
Sala resolvida!
As tentativas desta sala acabaram.
Partida concluída
Nova melhor marca neste navegador.
Partida fora do ranking (sem relógio ou refeita).
O que mudou com a decisão diferente
| Indicador | Partida original | Com a decisão diferente |
|---|---|---|
| Pontos |
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1 Viver: o que aconteceu
Entregas por rodada
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2 Refletir
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3 Entender
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4 Aplicar no seu projeto
Raciocínio do especialista
O tempo acabou e a decisão foi tomada por omissão.
(sua escolha)
O que você aprendeu nesta partida
Calibração: saber o que se sabe
Próximo passo
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O que você vai aprender
- Alocar pessoas por habilidade e disponibilidade, semana a semana, sem superalocar ninguém
- Diferenciar nivelamento de recursos, que pode mover o término, de estabilização, que usa só a folga
- Perceber que 100% de ocupação não é eficiência e que a folga absorve imprevistos
- Justificar a alocação por um critério explícito, como prazo fixo ou habilidade rara
Como funciona
Veja as seis pessoas, as habilidades e as semanas em que cada uma está indisponível, e a demanda de cada projeto por semana.
Coloque cada pessoa em um projeto (ou em nenhum) em cada uma das quatro semanas e escolha o critério que guiou você.
Compare a demanda que você atendeu com a melhor alocação para este modelo e veja onde houve sobrecarga.
Sobre equipes e recursos
Equipe no Limite é um quebra-cabeça de alocação de recursos. Você coordena seis pessoas da área de projetos da Casa Aurora, uma rede fictícia de casa e decoração, durante as quatro semanas de outubro. Quatro projetos disputam essa equipe: os relatórios da Black Friday, que têm prazo fixo, a adequação do cadastro de clientes à LGPD, a nova versão do aplicativo de fidelidade e a integração com a rede de franquias parceira. Não há gente para tudo, e o seu trabalho é decidir quem vai para onde em cada semana.
Cada pessoa tem habilidades diferentes: desenvolvimento, testes, dados e processos. Cada projeto pede, em cada semana, um certo número de pessoas com cada habilidade. Uma pessoa com duas habilidades pode atender às duas necessidades do projeto em que está. Algumas pessoas estão indisponíveis em certas semanas: uma licença-paternidade, férias, uma folga emendada ao feriado de 12 de outubro. Escalar alguém indisponível conta como sobrecarga e tira pontos. E cada pessoa fica em um só projeto por semana, porque dividir alguém entre vários projetos tem um custo de troca de contexto que o planejamento costuma esquecer.
Quando você termina, o jogo compara a sua alocação com a melhor alocação possível para este modelo de pontuação, calculada por força bruta entre todas as combinações. O modelo conta cada necessidade atendida com o mesmo peso. Isso é uma simplificação: na vida real, o projeto de prazo fixo e a habilidade rara costumam pesar mais, e é por isso que, além de montar a alocação, você diz qual critério guiou a sua escolha. A melhor alocação é ótima para este modelo, não a resposta certa para qualquer empresa.
O jogo treina dois conceitos que costumam ser confundidos. Nivelamento de recursos é ajustar o plano para ninguém ficar superalocado, mesmo que isso empurre a data de término; aqui, a demanda dos projetos flexíveis que você não cobre vai para depois. Estabilização de recursos é redistribuir o trabalho só dentro da folga, sem mexer no término. E há um terceiro aprendizado, talvez o mais importante: 100% de ocupação não é eficiência. Na melhor alocação de algumas semanas, alguém fica sem projeto, porque colocá-lo em qualquer lugar não acrescentaria nada. Essa folga é o que absorve imprevistos.
Há três modos. No Aprendiz, você recebe uma dica, vê a folga e tem até três tentativas, sem relógio. No Profissional, tem uma tentativa e cinco minutos. No Executivo, uma tentativa e três minutos, com a opção de jogar sem relógio fora do ranking. Nos três, a comparação final mostra a demanda atendida, a melhor alocação semana a semana e onde houve sobrecarga.
O jogo serve para gerentes de projetos, coordenadores de PMO, líderes de equipe e estudantes que querem treinar a alocação de pessoas com restrições reais. Depois da partida, a ferramenta gratuita de alocação de recursos ajuda a fazer o mesmo com a sua equipe: listar quem está em quê, marcar férias e feriados e descobrir quem passa de 100% antes que isso vire atraso.
Perguntas frequentes
Nivelamento e estabilização de recursos são a mesma coisa?
Não. O nivelamento ajusta o plano para eliminar a superalocação e pode mover a data de término. A estabilização redistribui o trabalho apenas dentro da folga das atividades, sem mudar o término. No jogo, a demanda não atendida dos projetos flexíveis é o que seria empurrado para depois.
Por que não deixar todo mundo 100% ocupado?
Porque ocupação máxima não é o mesmo que entrega máxima. Sem folga, qualquer imprevisto vira fila e atraso. No jogo, a melhor alocação de algumas semanas deixa alguém livre, porque colocá-lo em qualquer projeto não atenderia nenhuma necessidade a mais.
O que significa "ótima para este modelo de pontuação"?
Que a melhor alocação foi calculada comparando todas as combinações possíveis, mas segundo uma regra simples: cada necessidade atendida vale o mesmo. Na sua empresa, prazos, contratos e prioridades podem mudar os pesos, e outra alocação pode ser a mais sensata.
Por que cada pessoa fica em um só projeto por semana?
Para representar o custo da multitarefa. Dividir uma pessoa entre vários projetos parece aproveitar melhor o tempo, mas a troca de contexto consome parte dele e atrasa todos os projetos ao mesmo tempo.