Preferências de cookies

Escolha o que a Projeto Diário pode usar neste navegador. Você pode mudar de ideia quando quiser pelo link "Preferências de cookies" no rodapé.

Sempre ligados. Mantêm a sessão e o login, protegem os formulários (token CSRF, limite de tentativas e verificação anti-robô Cloudflare Turnstile) e guardam esta escolha.

Google Analytics 4, carregado pelo Google Tag Manager: páginas visitadas, origem do acesso e ações no site, em estatísticas. Sem publicidade e sem personalização de anúncios.

Tabela de cookies na Política de privacidade

Vendas e Administração

Os Precursores da Gestão Empresarial Americana

Quem Eram os Mestres em Gestão Empresarial no Início do Século 20? Que Modelos Eram Seguidos? Que Empresas Contribuíram Para a Gestão Empresarial?

No início do século XX os grandes fabricantes de automóveis da Europa como a Renault, a Citroën e a Peugeot cultivavam o fordismo como “modelo de produção”. As cadeias de produção fordista também foram empregadas na indústria aeronáutica, ferroviária, na construção elétrica e no setor alimentício.

No início de 1920 a cidade de Paris recebeu o congresso da Organização Científica do Trabalho e a Du Pont – fabricante de fertilizantes e produtos de consumo – acabou destronando a Ford Motors do pódio das empresas modernas.

Formação relacionada

Gestão de Projetos 360° com PMBOK 8 e IA

Formação completa sobre o guia mais recente do PMI, com uso de inteligência artificial no dia a dia da gestão.

24 PDUs

Conhecer a formação

Pela primeira vez as funções da sede de uma empresa foram separadas das funções dos departamentos e a direção das organizações passou a fixar os objetivos para os outros setores.

Além disso, a direção das organizações também passou a coordenar as atividades dos demais departamentos e a servir de árbitro entre eles. As filiais obtiveram maior responsabilidade operacional e passaram a gozar de grande autonomia.

Porém, em 1923 os americanos reagiram ao predomínio europeu, quando Henri Ford lançou seu primeiro livro nos ensinando a reduzir o preço, estender as operações industriais e a melhorar o produto final.

Por volta de 1930 Dale Carnegie – considerado o pai dos guias de auto-desenvolvimento – também lançou seu livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, o qual vendeu 15 milhões de cópias à época.

Levada pelo turbilhão da Du Pont, a General Motors – segundo fabricante americano de automóveis – foi reestruturada com o mesmo esquema; ou seja, 95% das decisões passaram a pertencer aos diretores das divisões. O presidente da GM – Alfred Sloan – observou o fosso existente entre uma sociedade com gostos diversificados e um produto de massa e, dessa forma, surpreendeu a Henry Ford segmentando o mercado e propondo um modelo para cada consumidor, “de acordo com os seus meios e necessidades” – dizia ele.

A produção, a distribuição, os preços e a publicidade se adaptaram a esta estratégia voltada para o cliente, que deixou fora de moda o “carro de uniforme preto” fabricado pela Ford. Dessa forma, Sloan venceu jogando com a “procura”, enquanto Ford liderava uma política de “oferta”. Constatava-se mais tarde que o automóvel seria o berço das grandes inovações da Gestão Empresarial do século e, de certa forma, a mãe de todas as indústrias — até chegar à informática, com a sua nova visão do mundo.

Em meados dos anos 30, o processo de produção taylorista começou a ser contestado, pois a cadeia de produção favorecia somente à produtividade e, além de não ser flexível, ignorava o homem, abatendo cada vez mais a moral dos operários. Elton Mayo – psicólogo e professor em Harvard – conduziu uma série de experiências científicas que o levaram a esta conclusão: – “o simples fato de se interessarem por eles dá aos trabalhadores certa motivação”.

À “lógica do sentimento” passou a se opor à “lógica dos custos e da eficácia” e a corrente das “relações humanas no trabalho” passou a ter a sua fonte ilustrada também por outros estudiosos do “comportamento humano no trabalho”.

As teorias das relações humanas no trabalho – desenvolvidas por estudiosos como Abraham Maslow, Chris Argyris e Douglas McGregor – passaram a contestar o taylorismo, embora durante a II Guerra Mundial quando era imprescindível produzir rapidamente armas ou veículos o taylorismo ainda era o sistema triunfador, por exemplo, com os “liberty ships”.

Os “liberty ships” eram navios cargueiros fabricados em cadeia a partir de 1942 (um navio cada 15 horas) e que iriam garantir a logística no desembarque aliado na Normandia. Graças a eles, a operação do dia D não apenas derrubou Hitler, mas demonstrou também aos europeus – até então considerados os “mestres” na Gestão Empresarial – a superioridade da organização americana.

Receba o Diário do Gerente de Projetos

Uma vez por semana: um artigo, uma ferramenta gratuita e uma questão comentada do PMP, da Projeto Diário e do Coaching de Alto Impacto. Você escolhe os assuntos.

Assuntos de interesse (opcional)

WhatsApp